{"id":12554,"date":"2020-09-09T15:18:03","date_gmt":"2020-09-09T18:18:03","guid":{"rendered":"https:\/\/aderj.com.br\/v1.0-teste2\/?post_type=publicacoes&#038;p=3892"},"modified":"2024-08-01T23:24:45","modified_gmt":"2024-08-02T02:24:45","slug":"entrevista-com-filipe-coelho-diretor-da-tracker-logistica-empresa-parceira-aderj","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/aderj.com.br\/index.php\/2020\/09\/09\/entrevista-com-filipe-coelho-diretor-da-tracker-logistica-empresa-parceira-aderj\/","title":{"rendered":"Entrevista com Filipe Coelho \u2013 Diretor da Tracker Log\u00edstica, empresa parceira ADERJ"},"content":{"rendered":"<p>A ADERJ &#8211; Associa\u00e7\u00e3o de Atacadistas e Distribuidores do Estado do Rio de Janeiro realizou uma entrevista exclusiva com Filipe Coelho, Diretor da Tracker Log\u00edstica, nossa empresa parceira. Nesta entrevista, Filipe aborda assuntos como a seguran\u00e7a portu\u00e1ria em nosso Estado e a import\u00e2ncia da aprova\u00e7\u00e3o do Projeto de Lei n\u00ba 2772\/2020, votado na semana passada.<br \/>\n<strong><br \/>\nADERJ: <\/strong>Qual a import\u00e2ncia do setor de importa\u00e7\u00e3o e exporta\u00e7\u00e3o para a economia fluminense?<strong>\u00a0<\/strong><\/p>\n<p><strong>FILIPE:<\/strong> O nosso Estado do Rio tem uma voca\u00e7\u00e3o natural para atuar como Hub Log\u00edstico para v\u00e1rios Estados da Federa\u00e7\u00e3o. Temos a condi\u00e7\u00e3o ideal aeroportu\u00e1ria no Gale\u00e3o, para receber avi\u00f5es de grande porte, tanto de passageiros (trazendo carga) quando cargueiros, bem como, dispomos de tr\u00eas grandes equipamentos para movimenta\u00e7\u00e3o de carga, \u00e0 granel ou conteineirizada (Porto do Rio, Porto de Itagua\u00ed, Porto do A\u00e7u).<\/p>\n<p>Adiciona-se a isso o fato de sermos o 2\u00ba maior PIB do pa\u00eds, estando, geograficamente posicionados, ao lado do primeiro (SP) e ao lado do 3\u00ba, (MG &#8211; este terceiro n\u00e3o tem mar, precisa utilizar portos de algu\u00e9m). Como sendo o segundo maior consumo e, cientes de que o pa\u00eds est\u00e1 inserido numa cadeia de neg\u00f3cios internacionais, precisamos nos fazer valer desta &#8220;voca\u00e7\u00e3o natural&#8221;, para, assim, trazermos o movimento e as opera\u00e7\u00f5es que o nosso Estado tanto precisa, acompanhando junto a eles: maior emprego e renda, maior arrecada\u00e7\u00e3o de impostos, maior possibilidade de investimento e retorno para nossa popula\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Em nossos &#8220;Conselhos&#8221;, temos discutido a import\u00e2ncia de se trazer maior clareza \u00e0 popula\u00e7\u00e3o e aos usu\u00e1rios, sobre a import\u00e2ncia desse setor para a economia fluminense. Precisamos entender que, quando a carga \u00e9 movimentada por nossos Portos e Aeroportos, al\u00e9m de, naturalmente, os custos log\u00edsticos serem mais baixos ao povo fluminense (impactando o pre\u00e7o final dos produtos), existe toda uma cadeia produtiva, que requer muito investimento e m\u00e3o de obra. Quando as cargas s\u00e3o movimentadas, a cadeia de combust\u00edveis \u00e9 demandada, gerando emprego e arrecada\u00e7\u00e3o de ICMS pro Estado, os distribuidores de autope\u00e7as e pneus, que suprem os Transportadores, idem, gera-se tamb\u00e9m emprego de motoristas, ajudantes, operadores de m\u00e1quinas, equipe para comercial, administrativo e operacional, despachantes aduaneiros, demanda-se armaz\u00e9m (frio e seco), etc. Enfim, existe uma m\u00e1quina gigantesca movimentada, mas que s\u00f3 \u00e9 percebida, quando ela p\u00e1ra.<\/p>\n<p>Veja o exemplo do Gale\u00e3o, \u00e9 um equipamento que demandou muito investimento pelo atual Concession\u00e1rio, contudo, possui hoje uma movimenta\u00e7\u00e3o \u00ednfima, se comparada \u00e0 sua capacidade operacional. Nosso Secret\u00e1rio Estadual de Transportes (Delmo Pinho) tem trabalhado para reverter este cen\u00e1rio. Hoje, infelizmente, se algum de n\u00f3s, desejarmos viajar ao exterior, fica restrito a v\u00f4os com conex\u00f5es em outros estados, ou rar\u00edssimas op\u00e7\u00f5es de v\u00f4o direto, comparadas aos volumes regulares que t\u00ednhamos antigamente. Vale lembrar que, a maior parte das cargas transportadas no modal a\u00e9reo, vem em avi\u00e3o de passageiros. Se n\u00e3o temos v\u00f4os internacionais em volume suficiente, estas cargas acabam migrando para Aeroportos e Estados que o tenham, ficando neles a arrecada\u00e7\u00e3o de impostos e o emprego.<\/p>\n<p>Outro exemplo que sempre cito foi o gigante investimento (na ordem de mais 1 bilh\u00e3o de reais) feito pelos operadores portu\u00e1rios no Porto do Rio, para hoje, a soma do movimento de container dos 3 terminais (ICTSI, Multi Rio e Sepetiba Tecon) ser inferior ao movimento de apenas um terminal situado no Estado de Santa Catarina.<\/p>\n<p>Gra\u00e7as a Deus e ao esfor\u00e7o conjunto da ADERJ e outras Entidades unidas (Fetranscarga\/ACRJ\/Sindaerj\/Sindoperj\/Sindopita\/Fecom\u00e9rcio\/Sindicarga e outros), conseguimos iniciar o processo de corre\u00e7\u00e3o da distor\u00e7\u00e3o fiscal que traz essas infelizes consequ\u00eancias. Felizmente, desde o in\u00edcio deste governo, o atual Governador em Exerc\u00edcio (\u00e0 \u00e9poca Vice-Governador), Cl\u00e1udio Castro, nos &#8220;deu ouvidos&#8221;, abrindo os caminhos para que estes problemas pudessem ser resolvidos junto \u00e0 Secretaria de Fazenda. Encontramos l\u00e1 um solo f\u00e9rtil, com um profissional t\u00e9cnico (Dr. Rog\u00e9rio Correa), que, vindo do Esp\u00edrito Santo (um estado que faz do com\u00e9rcio exterior uma grande fatia de sua arrecada\u00e7\u00e3o), entendia a import\u00e2ncia do assunto para o Estado e sabia os caminhos para resolver.<\/p>\n<p>Nada ainda est\u00e1 definido ou resolvido, demos um passo importante na semana passada (grande luta da ADERJ, o Projeto de Lei n\u00ba 2772\/20), mas ainda temos um \u00e1rduo caminho pela frente. Precisamos que as entidades que representam os diversos setores se unam, em prol dos mesmos objetivos: gerar riqueza, empregos e desenvolvimento para nosso Estado.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>ADERJ:<\/strong> Ap\u00f3s a chegada dos produtos no porto, quais s\u00e3o os pr\u00f3ximos passos at\u00e9 chegar o distribuidor?<\/p>\n<p><strong>FILIPE:<\/strong> Infelizmente, muitos importadores ainda lutam contra os gargalos e entraves burocr\u00e1ticos de \u00f3rg\u00e3os anuentes e fiscalizadores (quer seja por falta de efetivo, quer seja por excesso de normas e regulamentos ou at\u00e9 mesmo pela falta de digitaliza\u00e7\u00e3o dos processos e rotinas), o que acaba por onerar, sobremaneira, o custo final do produto ou insumo adquirido. Mas, voltando \u00e0 pergunta e, falando de maneira bem sucinta, uma vez que o produto chega ao porto, geralmente por meio de uma Assessoria\/Despachante Aduaneiro, declara-se esta importa\u00e7\u00e3o \u00e0 Receita Federal, para que os impostos sejam devidamente recolhidos.<\/p>\n<p>Ap\u00f3s o recolhimento dos impostos e an\u00e1lise do processo, segue-se a libera\u00e7\u00e3o, sendo as taxas portu\u00e1rias pagas aos respectivos Terminais\/Operadores Portu\u00e1rios. Finalmente, ap\u00f3s todas as libera\u00e7\u00f5es, contratam-se as Transportadoras ou at\u00e9 Operadores Log\u00edsticos, dependendo da necessidade de cada cliente\/opera\u00e7\u00e3o. A obriga\u00e7\u00e3o destes \u00e9 retirar o(s) container(es) do Porto e entreg\u00e1-lo(s) ao cliente, quer seja em seu endere\u00e7o comercial\/industrial, quer seja remetendo para um armaz\u00e9m terceirizado.<\/p>\n<p>V\u00e1rios importadores optam por trabalhar com Operadores Log\u00edsticos, pois, em sua maioria, estes disp\u00f5em de, al\u00e9m do transporte propriamente dito, espa\u00e7o pr\u00f3prio para recebimento das cargas dos clientes e realiza\u00e7\u00e3o de servi\u00e7os como: Desova do container, paletiza\u00e7\u00e3o\/filmagem, armazenagem e posterior expedi\u00e7\u00e3o para o destino determinado pelo cliente.<\/p>\n<p>Por \u00faltimo, mas, n\u00e3o menos importante, faz-se necess\u00e1ria da devolu\u00e7\u00e3o do container vazio. A cia de navega\u00e7\u00e3o, ou como conhecemos, o &#8220;Armador&#8221;, determina o local de devolu\u00e7\u00e3o, que usualmente, conhecemos como &#8220;DEPOT&#8221;. A Transportadora\/Operador Log\u00edstico contratado segue para o Terminal\/DEPOT, para entrega da unidade vazia, ficando esta armazenada e apta \u00e0 libera\u00e7\u00e3o, para uma futura opera\u00e7\u00e3o de exporta\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>ADERJ:<\/strong> Qual conselho o senhor deixaria para as empresas que desejam come\u00e7ar a atuar com importa\u00e7\u00e3o e exporta\u00e7\u00e3o?<\/p>\n<p><strong>FILIPE:<\/strong> Planeje-se, prepare-se. O mercado e a competi\u00e7\u00e3o est\u00e3o cada vez mais acirrados. A tecnologia precisa ser um aliado, para que se consigam reduzir os custos envolvidos nas opera\u00e7\u00f5es e assim, se manter competitivo neste cen\u00e1rio. A escolha dos parceiros corretos tamb\u00e9m \u00e9 fundamental. \u00c9 importante que o parceiro escolhido entenda, de verdade, como funciona a cadeia, como se solucionam os desafios que vir\u00e3o. Vale lembrar que num cen\u00e1rio de c\u00e2mbio extremamente vol\u00e1til, o planejamento \u00e9 fundamental, qualquer &#8220;derrapada&#8221; no caminho pode gerar custos n\u00e3o comportados, deixando o produto e a empresa fora de competi\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>ADERJ: <\/strong>Qual o impacto do fator &#8220;seguran\u00e7a&#8221; nas opera\u00e7\u00f5es e movimenta\u00e7\u00f5es de carga no Estado do Rio de Janeiro?<strong><\/p>\n<p>FILIPE:<\/strong> Este \u00e9 um tema muito cr\u00edtico, n\u00e3o s\u00f3 para o Estado do Rio de Janeiro, mas tamb\u00e9m para outros estados, contudo, aqui, o tema \u00e9 mais agravado. A falta de seguran\u00e7a para as opera\u00e7\u00f5es que envolvem a cadeia log\u00edstica (desde o transporte at\u00e9 a armazenagem) afasta o interesse dos empres\u00e1rios em investir e atuar em territ\u00f3rio fluminense, al\u00e9m, \u00e9 claro, de elevar, de forma significativa, os custos para os contratantes e consumidores.<\/p>\n<p>Tivemos um acr\u00e9scimo assustador no \u00edndice de roubo de carga, durante o ano de 2016, que culminou numa manifesta\u00e7\u00e3o de transportadores em Junho de 2017. Ap\u00f3s essa manifesta\u00e7\u00e3o, o Estado do Rio de Janeiro passou por uma interven\u00e7\u00e3o Federal na seguran\u00e7a, o que, trouxe redu\u00e7\u00e3o significativa imediata nos \u00edndices de roubo de carga, por meio de a\u00e7\u00f5es de intelig\u00eancia e investimento nos equipamentos das Pol\u00edcias Militar e Civil do Estado. A pol\u00edtica de seguran\u00e7a do atual governo, tem mantido os \u00edndices no mesmo patamar p\u00f3s-interven\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>O grande problema \u00e9 que, uma vez a &#8220;fama&#8221; feita, leva-se tempo para se reconstruir. A sensa\u00e7\u00e3o de falta de seguran\u00e7a faz com que o seguro das opera\u00e7\u00f5es de transporte e armazenagem sejam elevados ao extremo, bem como, as exig\u00eancias pelas companhias de seguro, quanto ao investimento em tecnologias de rastreamento, trazem um custo operacional n\u00e3o observado em outros estados. Este custo, naturalmente, precisa ser incorporado no pre\u00e7o, o que acaba por onerar toda a cadeia.<\/p>\n<p>O gasto com tecnologias de seguran\u00e7a e rastreamento, dependendo do porte da empresa e dos clientes\/produtos atendidos\/transportados, pode ultrapassar a ordem de R$ 500 mil\/ano. Este \u00e9 um custo que n\u00e3o \u00e9 percebido pelos usu\u00e1rios, mas precisa-se chamar aten\u00e7\u00e3o e buscar o di\u00e1logo constante com os governos, para que nossos produtos possam competir num cen\u00e1rio global.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Conhe\u00e7a mais sobre a Tracker Log\u00edstica em: <a href=\"http:\/\/trackerlogistica.com.br\/\">http:\/\/trackerlogistica.com.br\/<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A ADERJ &#8211; Associa\u00e7\u00e3o de Atacadistas e Distribuidores do Estado do Rio de Janeiro realizou uma entrevista exclusiva com Filipe Coelho, Diretor da Tracker Log\u00edstica, nossa empresa parceira. 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